Em Pv 19.3 lemos: “A estultícia do homem perverte o seu caminho, mas é contra o SENHOR que o seu coração se ira”. Uma outra versão da Bíblia para a língua portuguesa traz este verso assim: “A estupidez do homem fá-lo desviar-se do bom caminho, mas ele atribui as culpas ao Senhor”.
Em Ec 7.29 esse mesmo tema é repetido: “Eis o que tão-somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias”. Por a culpa em Deus (ou em outras pessoas e circunstâncias) é coisa muito antiga e remonta ao Jardim no Éden quando Deus perguntou a Adão quem o fez saber que estava nu, e, ele então põe a culpa em Deus, primeiramente, e depois em Eva dizendo: “A mulher que Tu me destes...”. O mesmo fez Eva, pondo a culpa na serpente.
Quando vemos alguma injustiça sendo praticada, logo ouvimos alguém dizer: “Onde está Deus que permitiu coisa tão horrível acontecer? Se Ele realmente existe e se importa conosco não deveria permitir tais coisas”. Ou então aquele crente que se descuida de sua responsabilidade com Deus e de sua vida de piedade, ao cair num pecado e ser confrontado logo diz: “Eu não tive culpa. A tentação foi mais forte que eu, não pude resistir. Se Deus tivesse me protegido nada disso teria acontecido”. Tal pessoa ignora o que a Bíblia diz em 1Co 16.13: “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas, Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar”.
Diante de tudo isso, temos que reafirmar a verdade de que somos os únicos responsáveis pelos pecados cometidos; se estamos sofrendo por causa de algum pecado que cometemos, somos os únicos culpados desses sofrimentos.
Se você quiser resolver seus problemas o primeiro passo é admitir sua culpa por ter se achado astuto por fazer sua vontade quando na verdade você foi estulto (estúpido) por não fazer a vontade de Deus. Embora a pronúncia das palavras “astuto” e “estulto” seja bem parecida, o significado e os resultados de cada uma são completamente opostos.
Em Ec 7.29 esse mesmo tema é repetido: “Eis o que tão-somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias”. Por a culpa em Deus (ou em outras pessoas e circunstâncias) é coisa muito antiga e remonta ao Jardim no Éden quando Deus perguntou a Adão quem o fez saber que estava nu, e, ele então põe a culpa em Deus, primeiramente, e depois em Eva dizendo: “A mulher que Tu me destes...”. O mesmo fez Eva, pondo a culpa na serpente.
Quando vemos alguma injustiça sendo praticada, logo ouvimos alguém dizer: “Onde está Deus que permitiu coisa tão horrível acontecer? Se Ele realmente existe e se importa conosco não deveria permitir tais coisas”. Ou então aquele crente que se descuida de sua responsabilidade com Deus e de sua vida de piedade, ao cair num pecado e ser confrontado logo diz: “Eu não tive culpa. A tentação foi mais forte que eu, não pude resistir. Se Deus tivesse me protegido nada disso teria acontecido”. Tal pessoa ignora o que a Bíblia diz em 1Co 16.13: “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas, Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar”.
Diante de tudo isso, temos que reafirmar a verdade de que somos os únicos responsáveis pelos pecados cometidos; se estamos sofrendo por causa de algum pecado que cometemos, somos os únicos culpados desses sofrimentos.
Se você quiser resolver seus problemas o primeiro passo é admitir sua culpa por ter se achado astuto por fazer sua vontade quando na verdade você foi estulto (estúpido) por não fazer a vontade de Deus. Embora a pronúncia das palavras “astuto” e “estulto” seja bem parecida, o significado e os resultados de cada uma são completamente opostos.
Rev. Olivar Alves Pereira
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